AMAZONIA PARA SEMPRE

AMAZONIA PARA SEMPRE

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

ANIMAIS EM EXTINÇÃO DA AMAZÔNIA

A Floresta Amazônica é bem extensa e possui cerca de aproximadamente 7 mil quilômetros quadrados, a mesma está espalhada por territórios dos seguintes países: Brasil, Colômbia, Venezuela, Peru, Bolívia, Suriname, Equador, Guiana Francesa e Guiana.
ANIMAIS EM EXTINÇÃO DA AMAZÔNIA
A mair parte da Floresta Amazônica está situada no território brasileiro, mais precisamente nos estados do Amazonas, Rondônia, Amapá, Acre, Roraima e Pará. A Floresta Amazônica possui uma rica biodiversidade, com muita multiplicidade de especies de plantas e animais, e todo esse ecossistema em perfeito equilíbrio.
Esses são alguns dos fatores que fizeram com que a Floresta Amazônica ganhasse o carinhoso apelido de o “pulmão do mundo”.
Em relação a toda essa diversificação em seu ecossistema, a Floresta Amazônica vem sendo alvo de contrabandistas, cientistas estrangeiros, madeireiros e fazendeiros da região que em hipótese alguma estão preocupados com o desequilíbrio ambiental que suas ações podem causar.
Ações como desmatamento de arvores nobres e queimadas ilegal, (biopirataria) contrabando de especies de animais e plantas nativas da floresta.

Em relação a todas essas ações, a Floresta Amazônica já vem sofrendo inúmeras consequências, como por exemplo a extinção de diversas especies de animais, como mamíferos, peixes, insetos, aves e especies de Animais Sinantrópicos.
Lista de animais da Floresta Amazônica que sofreram extinção & alguns que ainda sofrem com a extinção de sua especie:
Anfíbios -
Flamenguinho
Perereca
Mamíferos-
Gato do mato
Lobo-vermelho
Jaguatirica
Onça-parda
Morcego-cinza
Onça-pintada
Peixe-boi
Veado-campeiro
Aves-ANIMAIS EM EXTINÇÃO DA AMAZÔNIA
Cardeal-da-amazônia
Arara-azul-pequena
Arara-azul-grande
Arara-piranga
Ararinha-azul
Arara-vermelha
Arara-de-barriga-amarela
Tucano-de-bico-preto
Papagaio Pica-pau de coleira
Pintor Verdadeiro
Cegonha preta
Gavião real
Gaivota de rabo preto
Invertebrados Terrestre-
Aranha-chicote
Gongolo
Caracol
Besouro
Besouro-de-chifre
Abelha
Libélula
Minhoca-branca
Peixes-
pirarucu
Peixe-boi-da-Amazônia (mamífero)
Répteis-
Camaleãozinho
Cobra de vidro

EXTINÇÃO DO BOTO

Matança crescente ameaça de extinção os botos da Amazônia

Biólogos e ambientalistas denunciam prática de pescadores que usam carne e ossos do boto cor-de-rosa como isca na Bacia Amazônica.

Por Alexei Barrionuevo, Myrna Domit e Rob Harris Do New York Times
Associado a antigos mitos e lendas amazônicas, o boto cor-de-rosa corre o risco de virar mesmo apenas história, de acordo com denúncias de biólogos e ambientalistas. A população de botos da região estaria sendo dizimada por pescadores, interessados em usar sua carne e seus ossos como isca para fisgar um peixe chamado piracatinga, muito valorizado em algumas cidades brasileiras e na Colômbia.

Na comunidade de Igarapé do Costa, no Pará, este símbolo da Amazônia é visto pelos pescadores como uma praga. “Ele estraga as redes, come e espanta os peixes”, reclama um pescador. “Eu meti o arpão em alguns”, confessa outro. A recente reputação de boa isca se soma à lenda que associa o boto cor-de-rosa ao sumiço de pessoas e à gravidez das moças da região.
São histórias locais, cheias de passagens sombrias e referências à magia. “Ele é mau, porque leva as pessoas embora e abusa delas”, diz um habitante. “Sempre digo a minhas filhas e netas que o boto engravida as moças e que elas não devem nunca entrar na água quando estiverem menstruadas. Minha mãe me dizia isso”, afirma a moradora Maria Siqueira.

Assim, esses seres considerados inteligentes e amigáveis acabam vistos como inimigos ameaçadores. Segundo os biólogos, nas últimas décadas, centenas ou milhares de botos foram mortos na Amazônia por causa da pesca da piracatinga, uma das poucas fontes de renda de comunidades paupérrimas. “Às vezes, jogamos a rede na água e passamos uma semana sem pegar um único peixe”, diz Ronan Benício Rego, líder comunitário. “Mas a piracatinga dá para pescar na hora, então, pegamos para alimentar a família. Se não, vamos padecer”, justifica.

“Este foi morto por um pescador, com uma machadinha”, diz o biólogo português Miguel Miguéis, com a cabeça de um boto nas mãos. Ele luta para proteger esses mamíferos. “A população de botos cor-de-rosa diminui a cada ano. A principal ameaça à espécie é essa matança indiscriminada que acontece aqui na Bacia Amazônica, sem nenhum controle. Eles matam porque não há autoridade nesse lugar”, lamenta.

Há dois anos, a equipe do biólogo registrou 250 botos numa reserva perto da cidade. Este ano, somente 50 foram encontrados. Os pesquisadores têm documentado as mortes, na tentativa de chamar a atenção para o problema. Também procuram conversar com os pescadores responsáveis, de modo a orientá-los a manter a fonte de renda, sem matar os botos. Miguéis diz que a carne de porco pode perfeitamente substituir a do boto na hora de pegar a piracatinga.

Ronan Benício Rego alega que os pescadores de Igarapé fizeram a substituição há mais de um ano, mas muitos dizem que a matança continua. A piracatinga pescada nessas águas geralmente vai para mercados de Bogotá, na Colômbia. Num esquema fraudulento, ganha outro nome e é vendida como uma espécie de peixe muito popular e cara, o capaz. “É excelente, muito saboroso. Não tem espinhas, os colombianos gostam muito”, diz o comerciante David Aguirre.

“O consumidor não tem ideia do que está comprando e comendo. E nem sonha que botos estão sendo mortos para servir de isca para esse peixe”, afirma Fernando Trujillo, da Fundação Omacha, um grupo ambientalista de Bogotá. “O boto é um mamífero ameaçado de extinção. Se dependesse de mim, não apoiaria essas práticas”, diz Andrés Garcia, vendedor de peixes.

As autoridades brasileiras dizem que os pescadores estão infringindo a lei e vão apurar se eles têm alguma conexão com o crime organizado colombiano. Em meio às denúncias e promessas de investigação, o biólogo Miguel Miguéis se preocupa ainda com o folclore que envolve o boto. “Se o boto desaparecer, toda a cultura, todas as lendas vão desaparecer, assim como uma parte da Amazônia. Para mim, isso é a coisa mais triste que pode acontecer”, afirma.

Os Dez Mandamentos da Natureza



Os Dez Mandamentos da Natureza

1- Amarás e respeitarás a Natureza.
2- Amarás todos os seres vivos como a ti mesmo.
3- Não poluirás rios, praias e o ar.
4- Não destruirás matas,montanhas e florestas.
5- Não matarás e nem maltratarás seres vivos.
6- Evitarás ações que coloquem em risco o meio ambiente.
7-Não permitirás que maldades sejam feitas contra a Natureza.
8- Protegerás as árvores, os parques e os jardins da tua comunidade.
9- Não adulterarás o equilíbrio e a harmonia natural.
10- Criarás o teu mandamento e ajudarás a defender a Natureza.

POLUIÇÃO NOS RIOS DA AMAZÔNIA PREOCUPA


POLUIÇÃO NOS RIOS DA AMAZÔNIA PREOCUPA

No início da década de 90 rio São Joaquim tinha água cristalina


por Suzana Lopes/UFPA.br


foto Wagner Meier

Água para beber, navegar e ter momentos de lazer é o que não falta na Amazônia. A região tem o maior recurso hídrico do Brasil – banhada pelas bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins, que totaliza 55,29% das águas que banham o País, o maior rio do mundo em volume de água (o Rio Amazonas, com uma vazão de 190 mil metros cúbicos por segundo) e concentra 73% da água doce do Brasil.
Mas, quantidade nem sempre é qualidade. Paradoxalmente, está na Amazônia o Estado brasileiro com o 4º pior atendimento por rede de abastecimento de água e de esgoto sanitário, o Pará. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2000, mais da metade da população paraense não recebe água tratada em casa e mais de 97% destinam indevidamente seus rejeitos, que acabam sendo despejados diretamente nos rios. Soma-se a esse problema a contaminação das águas causada por rejeitos industriais. O resultado é um ciclo vicioso em que homem e natureza se destroem mutuamente.

Nesse contexto, desde 1988, o Laboratório de Química Analítica e Ambiental (Laquanam), da Universidade Federal do Pará, tem se dedicado a realizar análises químicas sobre a qualidade das águas amazônicas. O objetivo é detectar possíveis contaminações e, a partir dos resultados, oferecer aos órgãos públicos ambientais subsídios para a resolução de tais problemas.

Nos mais de vinte anos do Laquanam, sob a coordenação da professora Simone Pereira, da Faculdade de Química da UFPA, foi possível analisar rios importantes da região, entre eles, os Rios Solimões, Amazonas, Xingu, Tapajós, Tocantins, Pará, Barcarena, São Joaquim, Guamá, Dendê, Conde, Curuperê e Murucupi e a Baía do Guajará.

As pesquisas trouxeram dados alarmantes. Além da contaminação causada por micro-organismos, decorrente do lançamento indiscriminado de esgotos, observou-se a grande presença de metais pesados na composição da água dos rios, em quantidades acima do permitido pela Resolução 357/05, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). O cádmio (metal que, se ingerido, pode causar câncer), por exemplo, foi encontrado em altas quantidades no Rio Pará, em 2002 (3,86 microgramas por litro), no Rio Dendê, também em 2002 (8,50), e no Rio Murucupi, em 2009 (3,37), sendo que o máximo permitido pelo Conama é de um micrograma por litro.

A presença de elementos tóxicos nas águas da região afeta a vida nos rios, causando problemas na cadeia alimentar (peixes contaminados – homens contaminados) e, em longo prazo, pode provocar mutações genéticas nos animais aquáticos.

Contaminação: causas naturais e antrópicas



As causas do excesso de alguns metais nos rios da Amazônia são diversas. “Certos metais fazem parte da geoquímica da nossa região, como o ferro, o alumínio e o manganês. Por isso, dependendo do local, a contaminação dos rios, por esses elementos, pode ter causas naturais, antrópicas ou ambas", explica a professora Simone Pereira.

No caso de locais onde a exploração mineral e as indústrias funcionam em grande escala, como em Barcarena, o problema natural é agravado pela falta de tratamento dos rejeitos da produção industrial, os quais acabam chegando aos rios. Mas não é só o efluente industrial que polui as águas. Os rejeitos domésticos também são levados diretamente aos rios pelo precário sistema de esgoto das cidades.

"É preciso maior conscientização da sociedade. A água dos rios será a água que vamos receber na nossa torneira. Se ela estiver contaminada, causará problemas de saúde”, alerta a pesquisadora. De fato, segundo dados de 2008, da Organização Mundial de Saúde, 28 mil pessoas morrem por ano, no Brasil, por causa de doenças como Cólera, Hepatite A e Febre Tifoide, provocadas por água contaminada e más condições sanitárias.

Para garantir a qualidade de nossos recursos hídricos, são necessários esforços, sobretudo, políticos. A começar pelo saneamento básico das cidades amazônicas, proporcionando um fluxo que tanto forneça água limpa à população quanto destine, devidamente, os rejeitos dos esgotos, para que não desemboquem nos rios.

O segundo ponto crucial da questão é a maior rigidez na aplicação das leis ambientais. "Nós já temos bastantes leis ambientais. Falta, agora, tornar mais eficiente a sua aplicação e fiscalização", acredita a professora Simone Pereira. Para ela, é fundamental haver maior integração dos órgãos reguladores, como Secretaria Estadual do Meio Ambiente, Ministério Público, Vigilância Sanitária, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e Delegacia do Meio Ambiente.




E mais: é preciso investir em pesquisas: “Os resultados que obtemos com as nossas pesquisas no Laboratório de Química Analítica e Ambiental são enviados para os órgãos ambientais para respaldarem processos e minimizarem os danos causados pela contaminação. Mas ainda faltam investimentos para os laboratórios que realizam as análises", chama a atenção.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O Boto Rosa

Ele vive na Amazônia
Nas águas do Rio Negro
Boto rosa, quem não sonha
Descobrir o teu segredo
Dizem que ele todo prosa
Já foi moço de chapéu
Já foi moça bem formosa
Escondida atrás do véu
Eo eo boto rosa
Eo eo é uma lenda de amor
Eo eo boto rosa
Eo eo
Deixa ele viver pescador
O mais velho dos golfinhos
Faz sorrir quem ele quer
Nas águas do seu caminho
Na magia do seu balé
Mas o homem sem piedade
Na covardia da matança
Fez o boto morrer, que maldade
Inocente feito uma criança
Eo eo boto rosa
Eo eo é uma lenda de amor
Eo eo boto rosa
Eo eo deixa ele viver pescador.

Planeta Azul

A vida e a natureza sempre à mercê da poluição
Se invertem as estações do ano
Faz calor no inverno e frio no verão
Os peixes morrendo nos rios
Estão se extinguindo espécies animais
E tudo que se planta, morre
O tempo retribui o mal que a gente faz
Onde a chuva caía quase todo dia
Já não chove nada
O sol abrasador rachando o leito dos rios secos
Sem um pingo d'água.
Quanto ao futuro inseguro
Será assim de Norte a Sul
A Terra nua semelhante à Lua
O que será desse planeta azul?
O que será desse planeta azul?
O rio que desse as encostas já quase sem vida
Parece que chora um triste lamento das águas
Ao ver devastada , a fauna e a flora
É tempo de pensar no verde
Regar a semente que ainda não nasceu
Deixar em paz a Amazônia, preservar a vida
Estar de bem com Deus.

Planeta Água

Água que nasce na fonte
Serena do mundo
E que abre um
Profundo grotão
Água que faz inocente
Riacho e deságua
Na corrente do ribeirão...
Águas escuras dos rios
Que levam
A fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população...
Águas que caem das pedras
No véu das cascatas
Ronco de trovão
E depois dormem tranqüilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos...
Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão...
Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris
Sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas
Na inundação...
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra...
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água...
Água que nasce na fonte
Serena do mundo
E que abre um
Profundo grotão
Água que faz inocente
Riacho e deságua
Na corrente do ribeirão...
Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população...
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra...
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água...(2x)

O rio

O rio vai descendo a serra
Vai molhando a terra seca do sertão
Vai formando uma corrente
Feita uma serpente solta pelo chão
E a água do seu leito
É leite no peito da mãe plantação
Que vai eliminar a fome
E matar a sede de toda nação

O rio vai criando filhos
Vai regando o milho, arroz, feijão
Vai seguindo o seu caminho
Segue seu destino, sua direção
Depois que vem a colheita
O rio sempre aceita dos canaviais
O bagaço do alimento
E a sobra de tudo que ninguém quer mais

Rio que não tem carinho
Qualquer dia desses vão te dar valor
Nasce limpo e morre sujo
Envenenam tudo, até o próprio amor
Será que eles não percebem que natureza pede
para viver
Enquanto vai morrendo o rio
Nada em sua volta poderá nascer

Águia Dourada

Águia bonita que voa no espaço
Aqui da Terra vejo passar
Riscando o azul, dourado traço
Linha ascendente no ar
Eu sou um Índio e aqui do asfalto
Olho no alto caminhos seus
Meus pensamentos sempre te encontram
Voando perto de Deus
Rápido como um raio
Repentino como um trovão
Veloz como a águia dourada
Na imensidão
Mostra a esse povo civilizado
Que todo índio sabe viver
Com a natureza sempre a seu lado
E olhando o céu pode ver
Que o vento sopra e a chuva cai
As nuvens passam e você vai
Asas abertas, força e coragem
Vão nesse rumo de paz
Rápido com um raio
Repentino como um trovão
Veloz como a águia dourada
Na imensidão
Natureza que reclama
Flores, folhas, verde vida
Rios, mares se derramam pela terra tão ferida
Ventos pedem, choram e chamam
Águia, me mostra no meu caminho
Como se pousa longe do espinho
Como se luta por esse mundo
Como se salva esse ninho
Rápido com um raio
Repentino como um trovão
Veloz como a águia dourada
Na imensidão
Rápido com um raio
Repentino como um trovão
Veloz como a águia dourada
Na imensidão
Rápido com um raio
Repentino como um trovão
Veloz como a águia dourada
Na imensidão
Rápido com um raio

AMAZONIA

Amazônia

Roberto Carlos

Tanto amor perdido no mundo
Verdadeira selva de enganos
A visão cruel e deserta
De um futuro de poucos anos
Sangue verde derramado
O solo manchado
Feridas na Selva
A lei do machado
Avalanches de desatinos
Numa ambição desmedida
Absurdos contra os destinos
De tantas fontes de vida
Quanta falta de juízo
Tolices fatais
Quem desmata, mata
Não sabe o que faz
Como dormir e sonhar
Quando a fumaça no ar
Arde nos olhos de quem pode ver

Terríveis sinais de alerta, desperta pra selva viver
Amazônia, insônia do mundo
Amazônia, insônia do mundo
Todos os gigantes tombados
Deram suas folhas ao vento
Folhas são bilhetes deixados
Aos homens do nosso tempo
Quantos anjos queridos
Guerreiros de fato
De morte feridos
Caídos no mato
Como dormir e sonhar
Quando a fumaça no ar
Arde nos olhos de quem pode ver

Terríveis sinais de alerta, desperta pra selva viver
Amazônia, insônia do mundo